Nioh Meio Dark Souls, Meio Ninja Gaiden, Meio Calabresa e Meio Demônios Analise

Olá todos, como vão vocês? Hoje trago minha análise desse jogo que tenho uma relação de amor e ódio, as vezes mais ódio que amor, Nioh, jogo que saiu no começo como exclusivo para PS4 mas agora também esta disponível para PC.

Nioh tem um  estilo de historia parecido com o que é popular em Assassin’s Creed, conta uma historia real mas com ficção junto. O jogo começa com uma clara referencia ao jogo Dark Souls o Protagonista que não podemos customizar se chama Willian, que quando tinha 12 anos seu pai morreu, desde esse momento o jovem Willian virou aprendiz de um estaleiro naval, passando os próximos 12 anos aprendendo tudo sobre navios, astronomia e navegação, ele serviu a marinha real sendo capitão de uma embarcação de suprimentos durante a guerra da Inglaterra contra a Espanha em 1588. Esse pedacinho é um pouco da historia de William Adans uma pessoa real, com poucas mudanças, isso é bem interessante; a maior mudança e que William tem é um espirito guardião chamado Saoirse.

Na cadeia, Wiliian acha uma maneira de fugir, onde combatendo os guardas aprendemos como funciona a jogabilidade do jogo, que é uma mescla bem feita de Ninja Gaiden com Dark Souls. em Dark Souls temos sempre que tomar cuidado com sua stamina, sem stamina vocês não podem rolar e atacar, mas, em Nioh é pior, se você ficar sem stamina você fica sem folego até para andar e um inimigo pode desferir um ataque critico em você, muitas vezes é pedir para morrer por que você vai perder muito HP. Os inimigos tem dois tipos, inimigos humanos que também tem stamina aonde você pode usar golpes que você tira a stamina do oponente para você desferir um ataque critico, ou, um inimigo Yokai que é o principal inimigo do jogo que possui uma stamina roxa que não regenera e quando zera alguns inimigos ficam mais fracos e pode-se desferir um ataque critico. Em poucos minutos de gameplay você explorando descobre que tem vários tipos de armas, a cada arma William se adapta totalmente, além de cada uma tem uma arvore de upgrades aonde William ganha novos movimentos ou fica melhor com determinados armamentos, quanto mais se usa uma arma mais pontos se ganha para melhorar seu personagem com aquela arma em especifico, se ganha pontos usando itens que acha durante o jogo.

William tem 3 estilos de luta com cada arma, onde o jogo classifica algo como tem em The Witcher que é a pose de luta, tem a pose alta aonde o dano dos ataques são maiores porem mais lento, médio aonde é o equilíbrio de velocidade e dano e pose baixa aonde são ataques mais fracos mas ganha em quantidade, as armas o jogo tem um arsenal bem grande podendo escolher entre espada de duas mãos, duas espadas, lança, machados, Foice com corrente, Odachi (Seria uma Katana com uma lamina gigantesca mais lenta e muito forte) e Tonfas, fora armas a distancia que você pode usar como Arcos, Riffles, Canhão de Mão e ferramentas ninjas, com exceção as armas a distancia, todas mencionadas tem as variáveis mencionado anteriormente. O interessante e diferente de jogos como Dark Souls é que as armas do jogo não tem tanto peso na lore do jogo, tanto que aparência das armas não importa, você pode ter uma espada que acha super linda depois consegue uma espada nova e fica triste por trocar, todo mundo que joga vídeo game entra nesse dilema de aparência ou uma arma melhor, em Nioh armas e armaduras você tem a opção de mudar a aparência quando quiser, se você quiser uma espada de level 120 com aparência de uma espada de madeira, você pode ter.

Voltando a historia, após fugir da prisão conhecemos o vilão do jogo Kelley, que é um conhecedor de Amrita (em grande resumo Amrita é uma pedra feita com a alma das pessoas), Kelley consegue usar Amrita para corromper as pessoas e as transformar em Yokais, após um confronto ele sequestra Saoirse por que esse espirito guardião tem a habilidade de absorver Amrita (Amrita também é uma moeda que você gasta para dar Upgrade no seu personagem) e isso ajudaria nos planos de Kelley, então missão de William é acha-lo e salvar Saoirse; para isso William rastreia Kelley até o Japão que estava em guerra, mas a guerra começa a se descontrolar por que Kelley começa a usar os Yokais para favorecer um dos lados da guerra e William começa a lutar esses demônios e ajudando na guerra para conseguir chegar a Kelley, isso é o que posso contar sobre a historia sem muito spoiler.

A historia é muito boa, tem muitos fatos reais mas claro com a fantasia da guerra com os demônios, apesar do jogo ter muito clima de Dark Souls a historia desse jogo é contada de maneira mais direta, começando que o jogo é por sistema de missões, a cada começo e final de uma missão tem uma cinemática que conta mais da historia, e, com muitas áreas para explorar.

Uma coisa que adoro nesse jogo é que para mim todos jogos tem que ter é um sumario super bem feito, você consegue conhecer historias de todos inimigos, NPC’s até espíritos guardiões que você conhece durante o jogo. Eu não mencionei antes mas, esse jogo faz de uma maneira brilhante que eu só vi equivalente Okami la do PS2, o jogo reutiliza muitas lendas japonesas, 90% dos inimigos ou mais, contando chefes são figuras ou reais ou de lendas japonesas; claro que no caso das lendas japonesas estão com um redesign fantástico, na parte gráfica tanto de inimigos quanto ambientação o jogo é maravilhoso. O jogo é muito lindo, cheio de detalhes, com uma trilha sonora fantástica, mas, para mim, o jogo falha um pouco na repetição, como assim repetição? Simples como o jogo tem muitas missões você acaba lutando contra os mesmos inimigos até mesmo reutilizar cenários, tipo toda missão tem um soldado inimigo, esse soldado pode estar usando um tipo de arma, como tem varias armas existe vários tipos de soldados, ai para de ter soldados tem soldados yokais, cada um com um estilo de arma, parou de ter soldados yokais aparece ou um soldado humano mais forte ou um yokai maior que usa um dos estilos de armas, tem alguns tipos de Yokais diferentes mas do começo ao fim matamos muito poucos tipos de inimigos comparado a outros jogos desse tipo, como próprio Dark Souls, mas ai entra o marketing do jogo, ele se vendeu falando que é mais difícil que Dark Souls, e olha tenho que confirmar isso o jogo é realmente mais difícil, mais frustrante que Dark Souls, mas não é por algo justo muitas vezes, como assim? Em Dark Souls você tem um personagem com 1000 de HP vamos de exemplo um inimigo apelativo vai ter sequencias difíceis de desviar e se você levar um golpe  leva de 250 a 300 de HP, fazendo você não vacilar umas 4 vezes se não morre mas em Nioh, você tem 1000 de HP leva um golpe de um inimigo comum com uma lança que te acerta você perde 600 de HP, o jogo chega a ser injusto pela quantidade de HP que você perde com ataque dos inimigos. Perdi as contas de quantas vezes levei Hit Kill de um boss, e olha que zerei o jogo fazendo todas as secundarias, agora o jogo fica muito mais fácil jogando com um amigo, mas mesmo assim se preparem por que podem morrer.

Veredito

Nioh é um jogo estilo Dark Souls diferente ambientado na cultura japonesa, jogo é lindíssimo, a quantidade de movimentos e ataques que você tem pode dar um confusão do jogador de saber o que executar, mas é muito confusão humana, não saber que combo usar, base usar, por que no jogo todos comandos respondem muito bem mas como tem muitos comandos pode acabar confundindo os jogadores, mas isso não tira o brilho desse jogo, entre todos jogos derivados de Dark Souls que foram saídos Nioh sem sombra de duvidas é o melhor que não foi feito pela From Software, podendo ficar no nível dos jogos da linha Souls, sua dificuldade amarga afasta muitos jogadores mas se tiver um amigo para zerar com você sua experiência com o jogo, eu não tive sofri bastante para zerar mas ainda amo muito o jogo, o jogo tem 3 DLCS eu tentei terminar a primeira DLC mas estava fraco demais, no futuro refaço umas missões para ficar mais forte para terminar as DLCS e faço uma analise delas para vocês.

Pontos Fortes:

Ambientação
Fatos Históricos
Jogabilidade

Pontos Fracos:

Dificuldade absurda
Comandos em excesso que confundi o jogador

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