Beyond Two Souls – A Liberdade Linear (Analise)

Olá todos como esta vocês? Como Detroid esta lançando vamos falar de um jogo anterior da Quantic Dream? Vamos falar hoje de Beyound Two Souls jogo e entra na categoria filme interativo, muitos nem consideram um jogo mas eu adoro jogos assim por que a historia nesses jogos sempre te passa uma ótima imersão naquele mundinho e a Quantic Dream ficou conhecida por seus jogos desse gênero e que tem múltiplas escolhas, suas decisões mudam a historia mais para frente, já adianto Beyound tem muitos finais mas o final do jogo e mais por escolha final, podem colocar que o jogo tem até 16 finais mas eu diria que ele realmente tem 2 finais e pequenas variáveis desses finais.
Vamos começar falando da historia o ponto mais forte desse jogo e como ele é totalmente historia então falarei mais por cima, tudo acontece ao redor de Jodie, Jodie é uma criança que nasceu com um poder especial, ela tem vinculada a ela uma outra alma que ela chama de Aiden, com Aiden Jodie pode empurrar objetos, ver coisas através das paredes, controlar e até matar pessoas, Jodie vive em um laboratório para tentarem entender seu poder e ajuda-la a controlar, vivemos a vida de Jodie desde de criança com seus pais. Isso que posso falar da historia, ela é sim muito imersiva é muito bem feita com personagens muito bem feitos, a historia da uma “viajada” como muitos falam, principalmente quando entra mais nessa de poderes e almas, mas eu particularmente não me incomodo eu gostei muito, um dos maiores problemas de Beyond em seu lançamento é como a historia foi decidida a ser contada, a historia do jogo é narrada em flashs pela visão de Jodie, então podemos jogar uma parte que ela tem uns 20 anos depois ela volta a 14 anos depois vai para 25 anos a ordem é bem confusa infelizmente por fazer de maneira confusa eles perderam uma ótima oportunidade, como o jogo se passa na vida inteira de Jodie se fosse contada de maneira normal eles poderiam ter uma opção de fazer algo como Mass Effect aonde suas escolhas com a Jodie criança e adolescente interferisse a Jodie adulta, podendo ter uma Jodie mais grossa, malvada, rebelde e outras variáveis de acordo com suas escolhas, mas da maneira que a historia foi contada não tem como fazer isso, e dos jogos da Quantic Dream esse sem sombra de duvidas e o que tem menos variáveis de cenas, exemplo você tem uma cena de fuga, policia esta atrás de você, você pode fugir e nessa fuga você chega a algum lugar ou você é capturado foge do carro da policia pega uma moto e vai para o mesmo lugar, isso chega a frustrar mais se você for zerar mais de uma vez, em minha experiência isso só me frustrou umas 2 vezes que eu queria fazer algo e o jogo me puxava para fazer o que ele queria, jogos desse gênero tem replay zero o impacto do jogo é só na primeira vez geralmente re jogar o jogo quem quer ver diferenças na historia, para quem gosta de ficar re jogando jogos assim Beyound pode ser bem frustrante mas para quem joga como eu apenas joga uma vez e tem apenas aquela experiência vale muito apena por que a historia é muito boa, em gameplay é robótico como outros jogos, mas o que me incomoda nesse jogo é os momentos de ação, esse jogo tem muitos momentos de luta com a Jodie, em uma luta normalmente aparece “Aperte essa sequencia de botão ou use o analógico” nesse jogo em uma luta a câmera fica lenta a tela branca e o jogo quer que você guie a Jodie com o Analógico para o que ela tem que fazer, tipo em uma fuga aparece um galho alto você por instinto coloca o analógico para baixo, em uma luta o jogo varia, muitas horas o jogo quer que você preveja o que ele quer, exemplo em uma luta o oponente usa uma barra de ferro, na mesma luta você pode ter cenas que você usa o analógico para fazer que a Jodie se defenda com as mãos o ataque, mas tem horas que você faz a mesma ação e da erro por que naquele momento o jogo queria que você colocasse do lado ao contrario para desviar do ataque, e jogabilidade do Aiden também é algo para colocar para negativo, em momentos de puzzle, investigação é muito bom agora em luta não é bom e preciso, com Aiden você foca em o que quer interagir e com movimentos do analógico você faz certos poderes do Aiden, mas tem horas de ação que você não consegue prever qual poder que o jogo quer que você faça sendo muito tentativa e erro.
A trilha sonora do jogo é fantástica, gráficos também é lindo tanto que em Remaster do PS4 nem precisou melhorar muito por que já é muito bom, no PS4 ainda vem com uma DLC de puzzles bem legal mas uma vez que fez perde a graça e a historia reeditada, eu disse que a historia era confusa não disse? Na versão do PS4 você tem a opção de zerar em ordem cronológica, em um estilo que eu zerei conhecendo o jogo assim fica bem interessante a historia mesmo o problema que os caras simplesmente pegaram os capítulos e colocaram na ordem cronológica, você perde até hora de tutoriais, tem uma hora que o jogo colocava uma mecânica que eu não aprendi errei muito nessa etapa e pouco tempo depois o jogo me ensina essa mecânica mas tirando isso recomendo jogar nesse modo reeditado.

Veredito

Apesar de ser mais linear que os outros jogos da Quantic Dream, Beyond Two Souls é um ótimo jogo com uma historia muito envolvente com ótimos personagens e trilha sonora, jogabilidade pode pecar em muitos momentos mas sua beleza gráfica e historia faz compensar e o jogo leva umas 10 horas para terminar um bom tempo.

Pontos Fortes:

Trilha Sonora
Historia
Gráficos

Pontos Fracos

Jogabilidade
Linearidade
Replay quase 0

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